O Instituto de Cirurgia "InVideo", ou "Instituto de Cirurgia Minimamente Invasiva de Brasília", é um verdadeiro centro de tratamento cirúrgico de miomas uterinos, pelas mais variadas vias cirúrgicas existentes, sendo a melhor via uma decisão individualizada para cada paciente.
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Cirurgias robóticas
Cirurgias por miomas
Quais problemas os miomas uterinos causam na mulher? Sinais, sintomas e soluções
Muitas mulheres passam anos de suas vidas acreditando que sentir dores incapacitantes ou ter fluxos menstruais extremamente intensos faz parte do "ser mulher". No entanto, a medicina moderna é categórica ao afirmar que o sofrimento não deve ser normalizado. Se você tem vivenciado esses desconfortos, é possível que esteja lidando com miomas uterinos.
No Instituto de Cirurgia Minimamente Invasiva de Brasília - InVideo, sabemos que o diagnóstico de miomas traz consigo muitas dúvidas e apreensões sobre o impacto dessa condição na sua rotina, no seu corpo e nos seus planos para o futuro. Este artigo foi desenvolvido para explicar detalhadamente, de forma clara e baseada nas mais rigorosas diretrizes científicas mundiais, quais são os reais problemas e sintomas que os miomas podem causar na vida de uma mulher, e como a tecnologia cirúrgica atual pode devolver a sua qualidade de vida.
Um dos problemas mais frequentes e debilitantes causados pelos miomas é a alteração severa do ciclo menstrual. A paciente frequentemente relata um aumento absurdo no volume de sangue, a presença de grandes coágulos e o prolongamento dos dias de menstruação.
Por que isso acontece?
Os miomas, especialmente os do tipo submucosos (que crescem para dentro da cavidade uterina) e os intramurais (dentro da parede do útero), impedem que o útero se contraia adequadamente para estancar o sangramento durante a menstruação. Além disso, eles aumentam a área de superfície do revestimento uterino, gerando mais tecido para descamar.
À medida que os miomas crescem, eles ocupam espaço. E a pelve feminina, por mais adaptável que seja, tem um espaço limitado.
A diretriz da Sociedade de Obstetras e Ginecologistas do Canadá (SOGC, 2025) reforça que os sintomas de compressão e o exame físico da paciente são determinantes para o planejamento do tratamento. Quando os miomas atingem grandes dimensões (frequentemente os subserosos e intramurais), a mulher passa a enfrentar os chamados "sintomas compressivos" ou "sintomas de massa":
✅️ Dor pélvica crônica e cólicas: O útero tenta, em vão, expulsar o mioma ou sofre com a falta de irrigação sanguínea no nódulo (degeneração), gerando dores agudas ou cólicas menstruais fortíssimas (dismenorreia).
✅️ Problemas urinários: O útero fica logo atrás da bexiga. Um mioma que cresce na parede anterior do útero comprime a bexiga, diminuindo sua capacidade. O resultado é a necessidade constante de urinar (urgência miccional) ou até mesmo dificuldade para esvaziá-la completamente.
✅️ Problemas intestinais: Se o mioma crescer para a parte de trás do útero, ele pode comprimir o reto, causando constipação intestinal (prisão de ventre), dor ao evacuar e dor durante as relações sexuais (dispareunia profunda).
✅️ Aumento do volume abdominal: Em casos severos, o abdome pode inchar e ficar endurecido, assemelhando-se a uma gestação de vários meses, gerando desconforto estético e físico contínuo.
A importância da cirurgia robótica na solução desses problemas
Quando os sintomas citados acima tornam a vida da paciente insustentável, ou quando há risco para a fertilidade, a cirurgia torna-se a principal linha de tratamento. As diretrizes recentes (ACOG, 2021; SOGC, 2025) indicam que a escolha entre preservar o útero (miomectomia) ou retirá-lo (histerectomia, quando não há mais desejo reprodutivo) deve ser uma decisão compartilhada.
Independente da escolha, a via minimamente invasiva (histeroscopia, videoalaparoscopia ou cirurgia robótica) é o padrão-ouro. A ESGE (2024 - Parte 1) estabelece as melhores práticas para a remoção abdominal de miomas (miomectomia), visando preservar o útero e reduzir a morbidade operatória. É exatamente neste cenário de alta complexidade anatômica que a cirurgia robótica se destaca como a ferramenta mais poderosa e moderna à disposição da paciente.
No Instituto de Cirurgia Minimamente Invasiva de Brasília - InVideo, realizamos miomectomias por via histeroscópica, por videolaparoscopia, e por via robótica. A aplicação de tecnologia cirúrgica nas miomectomias existe para solucionar os problemas causados pelos miomas com o máximo de precisão e o mínimo de agressão ao seu corpo.
Por que a cirurgia robótica faz tanta diferença no tratamento destes sintomas?
Preservação superior da fertilidade: Ao retirar um mioma intramural grande que causa dor e sangramento, o útero precisa ser suturado (costurado) com extrema perfeição para suportar uma futura gravidez. A cirurgia robótica oferece aos nossos cirurgiões braços mecânicos articulados que superam a amplitude de movimento da mão humana, permitindo uma reconstrução uterina inigualável e segura, sem a necessidade de abrir a barriga da paciente (laparotomia).
Resolução de grandes volumes: Miomas que causam severa compressão na bexiga e intestino costumam ser volumosos. O sistema robótico permite manipular e extrair esses grandes tumores através de incisões milimétricas, utilizando a visão 3D de alta definição para proteger meticulosamente os órgãos vizinhos e os nervos pélvicos.
Menos dor pós-operatória: Ao trocar as grandes incisões por pequenos portais, o trauma à parede abdominal é drasticamente reduzido. A paciente acorda com menos dor e retorna rapidamente à sua rotina, livre dos sintomas incapacitantes de antes.
Por que escolher o Instituto InVideo?
Lidar com sangramentos anormais, dores pélvicas e a ameaça à fertilidade exige uma abordagem médica empática, moderna e altamente especializada. A escolha do cirurgião e da equipe médica é o fator que mais impacta o sucesso do seu tratamento.
Temos o orgulho de reforçar que a equipe médica do Instituto de Cirurgia Minimamente Invasiva de Brasília - InVideo é a maior e mais experiente equipe cirúrgica ginecológica especializada no tratamento de miomas uterinos, em Brasília - DF. Nossa liderança em cirurgia robótica e laparoscopia avançada garante que você receba um atendimento alinhado com as diretrizes da FIGO, ESGE, SOGC e ACOG, garantindo os mais altos padrões de segurança cirúrgica do mundo.
Não permita que os miomas ditem as regras do seu corpo, limitem suas roupas, suas viagens ou seus sonhos de ser mãe. Os problemas causados por eles têm solução, e a tecnologia atual permite que essa solução seja rápida e segura. Agende uma avaliação no Instituto de Cirurgia Minimamente Invasiva de Brasília - InVideo, converse com nossos especialistas em cirurgia robótica e redescubra a liberdade de viver com saúde e qualidade de vida.
Referências:
1. FIGO Guideline (2025)
Meinhold‐Heerlein, I., et al. (2025). FIGO Best Practice Guidance for Diagnosis and Treatment of Fibroids. International Journal of Gynecology & Obstetrics.
2. SOGC Guideline No. 461 (2025)
Chen, I., Kives, S., Randle, E., & Vilos, G. A., et al. (2025). Guideline No. 461: The Management of Uterine Fibroids. Journal of Obstetrics and Gynaecology Canada (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada).
3. ESGE Part 1: Abdominal Myomectomy (2024)
Saridogan, E., Antoun, L., Bouwsma, E. V. A., et al. (2024). European Society for Gynaecological Endoscopy (ESGE) Good Practice Recommendations on surgical techniques for removal of fibroids: part 1 abdominal (laparoscopic and open) myomectomy. Facts, Views and Vision in ObGyn, 16(3), 263-280. [https://doi.org/10.52054/fvvo.16.3.041](https://www.google.com/search?q=https://doi.org/10.52054/fvvo.16.3.041).
4. ESGE Part 2: Hysteroscopic Myomectomy (2024)
Clark, T. J., Antoun, L., Di Spiezio Sardo, A., et al. (2024). European Society for Gynaecological Endoscopy (ESGE) Good Practice Recommendations on surgical techniques for Removal of Fibroids: Part 2 Hysteroscopic Myomectomy. Facts, Views and Vision in ObGyn, 16(4), 383-397. [https://doi.org/10.52054/fvvo.16.4.054](https://www.google.com/search?q=https://doi.org/10.52054/fvvo.16.4.054).
5. ACOG Practice Bulletin No. 228 (2021)
American College of Obstetricians and Gynecologists. (2021). Management of Symptomatic Uterine Leiomyomas: ACOG Practice Bulletin, Number 228. Obstetrics & Gynecology, 137(6), e100-e115. [https://doi.org/10.1097/AOG.0000000000004401](https://www.google.com/search?q=https://doi.org/10.1097/AOG.0000000000004401).
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